Praia de Nudismo – parte 1

Setembro 12, 2008 at 11:50 pm (Cultura, Locais, Pessoas)

Chegamos na Segunda em Jampa (João Pessoa na giria mano) e descobrimos que os nossos amigos Holandeses haviam acabado de fazer o passeio de Buggy que termina numa praia de nudismo, no passeio tinha ido o Jens, a Stephanie e duas mulheres bonitas que viajavam juntas, queria salientar que o Jens é um cara de muita sorte, além de ser namorado da Stephanie, ainda faz o passeio com mais duas mulheres.

Ele nos disse que foi ao passeio e o Guarda obrigou as meninas a descerem sem calcinha, meu Deus eu amo essa praia, mas pera lá!!! perguntei… e vc teve que descer peladão também? ele sorriu e disse eu não, o policial me deixou ir de toalha (sem nada por baixo) e camiseta.

Menos mau, os homens não precisam ficar pelados na praia de nudismo… menos mau.

Marcamos o passeio com um tiozão doido e fomos pro tal passeio, conhecemos praias bonitas, João Pessoa realmente impressiona  qualquer um, além de ser um destino barato por não ser tão explorado, ainda é muito bonito, deu de 10×0 em Recife.

Bebemos nas praias, no Buggy como fomos em 3 (Renato, Garetti e eu) teve espaço pra levar um esopor com cerveja, então além de tudo foi economico.

Pra variar o Buggeiro me ofereceu drogras (eu devo ter muito cara de drogado), mas pra deixar bem claro… EU NÃO COMPREI!!!!

 

 

tava muito caro… rs

fizemos o passeio e fomos parar na tal praia de nudismo +- 14h, lá tinha um restaurante bom pra almoçar, mas a comida era muito cara e decidimos ir em direção à praia… o Guia falou: “precisa tirar a roupa aqui no estacionamento pra descer!’ (acho que ele era viado)

Nós armados de toalhas de banho e camisetas longas estavamos tranquilos, mas o guarda falou que não era necessário tirar nada no estacionamento, somente seria necessário na entrada da primeira praia, homem é foda, os guardas fizeram as minas irem peladas só porque tinha mais mulher que homem, então fomos até a entrada da primeira praia de bermuda, camiseta, mas já estavamos descalsos.

CONTINUA….

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Aracaju 5

Agosto 31, 2008 at 5:25 pm (Bares, Idéias, Locais, Pessoas, Problemas, Sergipe)

Zica do Renato

Domingo em Aracaju, acordamos cedo e fomos jogar bola, não tão cedo assim mas o Renato ligou pro Luis e ele disse pra gente ir pro Campo (eu fui pra assistir o jogo, já que haviam esquecido de me convidar), chegando lá encontramos o Luis com uma cara triste, conversamos com ele e ele disse que o jogo havia sido cancelado (a justiça de Deus é implacável, chupa porco)

Como não tinha jogo voltamos pro Hotel e ficamos jogando poker,  chegou uma hora que deu fome, aí decidimos ir nos restaurantes da orla pra comer ostra gigante e outras coisas gostosas, mas estranhamente havia muita gente na rua, no caminho do restaurante percebemos que havia uma passeata, com muita gente, continuamos de carro seguindo o movimento até deparar com a bandeira do movimento gay, primeira a direita, primeira a direita e volta pro hotel. Paramos para comer num boteco longe dessa raça..

Depois do almoço ficamos enrolando e jogando poker, pra variar o renato jogou como nunca e perdeu como sempre, mais a noite fomos numa balada, mas estava vazia, voltamos pro hotel e acabou aracaju, na segunda de manhã vamos pra Maceió.

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Aracaju 4

Agosto 30, 2008 at 11:01 pm (Bares, Locais, Pessoas, Sergipe)

Fomos pra um bar com o pessoal ali na orla mesmo e ficamos por lá, bebemos mais um pouco, no bar estava o Marcelo (paulista que foi morar em aracaju) e um viadaço, bichona mesmo, que eu até achei que era namorada do Marcelo, mas o Marcelo fez questão de falar que era amigo só do maluca.

Voltamos pro hotel e o Marcelo nos acompanhou e ficou esperando eu e o Renato tomarmos banho, mais ou menos 1h depois saimos e fomos em direção de um outro buteco na periferia de aracaju, onde esse pessoal se encontrava após os jogos pra comer carne de bode e falar merda.

Chegamos num buteco tradicional, breja barata, amendoim e um monte de cachaceiro.

Nós eramos a atração do local, conversamos por horas com o pessoal. O Renato tem problema com jogo, ele não consegue se controlar quando vê alguém jogando, dessa vez foi o Palitinho, valendo tomar uma dose de pinga se perder, o Renato tomou uma, o Jorge 2 e o Marcelo o resto do bar, o Jorge é um maloqueiro de mão cheia, gente boa pra caralho, robava tanto que dava até dó do Marcelo, que foi a vitima escolhida do Jorge, o Renato representou Sampa ganhando varios jogos.

No final saimos Luis que é o cara mais correto do mundo (já ouviu alguém dizer que só não tem mais coisa na vida porque é viciado em cachaça? ele disse isso sobrio), Jorge, Marcelo pra lá de bebado, Garetti, Renato, uma amiga do Marcelo e eu)

Todos no Carro fomos para um forró de periferia, era num buraco, lugar sinistro, mas muito louco, as pessoas não eram bonitas, nem muito bem vestidas, mas era um local muito bom pra quem gosta de dançar um forró e foi o que fiz a noite toda… representando fortemente os paulistas. o Renato e o Garetti….. ahhh é esqueci de dizer que o Garetti tava quase sem o dedo, numa dividida com o renato no jogo do post anterior ele luxou o dedo…. voltando eles não quiseram dançar, o Renato porque ele ficou com medo das mulheres que nós escolhemos pra ensina-lo a dançar, só princesa, as mais novas estavam entre 45 e 60 e as mais leves acima de 80kg… não que eu tenha escolhido dançar com umas muito diferentes disso.

Saímos da Ceresta e fomos pra uma outra balada igualzinho e eu continuei representando sampa até o final da balada…

O Marcelo tava muito bebado e pra baixo, saiu deu uma voltinha e voltou eletrico (não foi o ar que fez bem pra ele, mas com certeza foi algo que ele respirou), mas ele e a nega dele não quiseram nos acompanhar no resto dos roles depois do primeiro forró.

Na volta fomos deixar o Luis em casa e ele convidou o Renato pra jogar no time de campo dele (estranho…. mas ele convidou o Garetti com o dedo quase quebrado, convidou o Renato, mas eu ele esqueceu de convidar… vai entender né…?). Fomos deixar o Jorge em casa e ele me convidou pra irmos fumar um enquanto os caras jogavam (enquanto uns tem cara de esportista outros tem cara de drogado), eu até aceitei, mas não fui.

Voltamos pro hotel e boa noite!

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Aracaju 3

Agosto 30, 2008 at 6:00 pm (Bares, Locais, Pessoas)

Mutchu massa esse sádabo de extilo (a frase original era “mutchu massa esse caminhar de extilo.. isso não é a idade não, isso é cachaça!!”)

Começamos o sábadão na praia, fomos conhecer a tão famosa orla de aracaju onde o mar fica uns 500m do asfalto, é realmente muito bom, dá pra fazer de tudo na praia, pois tem muito espaço.

A praia estava suja, provavelmente a prefeitura não dá muita atenção ao turismo, que por acaso não existe em aracaju, lá foi até agora o único lugar que não encontramos nem paulistas nem gringos, apesar de ser um lugar muito massa.

Saimos da praia e sentamos numa mesa pra beber umas cervejas e comemos 3 porções de manjuba, que além de acompanhar perfeitamente a cerveja, ainda era a coisa mais barata do quiosque.

algum tempo depois avistamos um pessoal chegando com umas traves pra jogar futebol, eu e o Garetti nem ligamos pro fato, já o Renato ficou com formiga no rabo, não parava quieto, queria jogar mesmo, como estavamos todos juntos, também fui jogar e eu jogando bola sem receber dinheiro é algo quase impossível, meu futebol é só pra apresentação nacional, no passado as pessoas achavam que eu havia ensinado o Pelé a jogar bola, mas modestia parte ele é só um bom amigo (na vida toda fiz uns 5 gols e tirei umas 8 bolas da área, sou um péssimo jogador, odeio futebol, só assisto aos jogos da seleção e nem sei porque faço isso).

O Renato já angustiado indo à loucura levantou e foi perguntar se havia vaga pra todos nós e pro meu tormento, haviam vagas.

Eu e a minha caipirinha fomos ao jogo e não é que foi divertido jogar na areia, do meu lado não passou nem 1 bola, eu e o Garetti jogamos na zaga, eu fui melhor que o Garetti afinal na minha lateral nem vento passava, as pessoas que estavam próximas a mim reclamavam do calor e da falta de vento, mas eu estava concentrado para o jogo, eu só jogo pra perder, quando era criança sentia necessidade de ganhar, atualmente sinto necessidade de dar risada e só, mas como eu jogo muito não consegui evitar o fato de ser superior.

Do outro lado do campo e no meu time estava o “Gordinho”, apelido carinhoso que o Renato ganhou no campo, frases que ouvi:

-esse cara do nosso time tá esfomeando, se ele tocasse pro gordinho era gol

-o gordinho joga muito, a bola caiu no pé dele vai pro gol, o cara entende do que tá fazendo

-se ele tivesse uns 80kg a menos dava até pra jogar na seleção (provavelmente a seleção de futebol amador de praia)

-seu viu o golasso do gordinho

-ele tem cara de besta, corpo de barril, anda igual uma anta, mas joga pra caraiu.

e assim foram os mais diversos tipos de elogios, eu fiz questão de contar todos ao Renato, que quase explodiu de tanta felicidade por ter sido elogiado.

Fim da partida, nosso time (Eu, o Renato, dois bêbados, um anão e um cego), ganhou do time do Garetti (Garetti e a seleção dos melhores jogadores de Aracaju, alguns profissionais até) 4×2, com 26 gols do Renato.. o jogo durou quase 72h e eu corri mais que o Kaka, Cafu e Roberto Carlos juntos (enteder por juntos, um em cima do outro).

Depois da partida ficamos conversando com os jogadores e fomos convidados para fazer um role com eles, mas eu vou continuar isso em outro post porque este já virou um livro.

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Morro de São Paulo

Agosto 10, 2008 at 6:00 pm (Bahia, Gringos, Locais, Pessoas)

Beleza Natural

Morro de São Paulo é um lugar muito bonito, como voces podem ver na foto acima.

Andando pela praia é apenas uma praia, a 4a praia é muito extensa, vale a pena conhecer… as outras são apenas praias pequenas e bonitas. na foto não dá pra ver a 4a praia, tem que ir andando mesmo.

Pessoas

Morro de São Paulo é frequentado principalmente por gringos e os 3nomades, não vi nenhum brasileiro turista por lá, tirando o Garetti e o Renato que mais parecem respectivamente um frances (não pelo cheiro) e um alemão.

Encontramos o Mick talvez Nick eu não entendi bem pois ele só fala inglês e por falar em idioma, lá no morro de são paulo é extremamente necessário falar ingles, todo mundo fala, tanto que até eu falo ingles lá, pedi 2 caipirinhas em ingles. Foi um negócio engraçado, a moça que atendia o balcão de bebidas falava espanhol, passei a noite toda falando ingles, aí chegou uma hora que fui pegar 2 caipirinhas e lembrei que ela não falava portugues direito, aí pensei que ela também falasse só ingles, no final ela não entendeu nada e tive que pedir em portugues.

Noite a dentro conversando com o Nick e com os amigos chatos dele (o Nick é legal), o Nick ficou em duvida sobre o nome de uma Escocesa e nos apresentou e pediu que nós perguntassemos o nome dela, conversamos com a gata gringa bastante tempo, o ingles dela era tão ruim qto o nosso, talves seja porque ela estava extremamente bebada, mas cumprimos a missão… ela chama Rachel, o Nick pagou uma breja pra cada um pela informação providencial para o sucesso dele naquela noite.

Fora os gringos o povo local também comparece por lá, a maioria nem português sabe falar, então eles se comunicam porcamente com os turistas.

Lugar pra ficar

Chegamos na cidade e fomos levados por um guia até um monte de pousadas, cujos preços variam entre 17 e 25 reais na baixa temporada. mas ficamos lá em cima do morro, as pousadas pé na areia nem tivemos tempo de perguntar preço.

Balada

Lá no Morro só tem gringo, mas no role toca bastante música brasileira, se é que posso chamar axé de música, as bahianas se acabam de dançar, os gringos ficam igual besta olhando e tentando imitar.

Toca música eletrônica, mas os gringos querem mesmo é música brasileira, o Nick reclamou que ele prefere baladas cheias de brasileiras (os) do que aquela cheia de gente que ele ve todos os dias.

No primeiro dia a balada era de forró, no segundo dia tocava de tudo um pouco. O forró foi melhor, além do que depois da banda começou a tocar eletrônico.

Preço +- $20 fora da temporada, na temporada a brincadeira é sempre diferente, mas disseram que na temporada rola festa na praia 2, que por acaso é muito bem estruturada pra isso.

Homem vs Mulher

a quantidade de homens (gringos) que tinha no morro de são paulo era absurda, algo como uma base militar, tinha tanto que até as bahianas barangas estavam sendo disputadas pelos gringos.

As mulheres eram todas de lá ou de salvador procurando marido gringo que as leve pra fora.

Conclusão

O lugar é massa, se forem pra salvador e quiser salvar a viagem, por favor passem pelo morro de são paulo, por $60 voce chega em 2h e por $30 vc chega em 6h, vai do seu tempo.

Se voce for mulher e bonita, vá pro morro de são paulo, porque voce vai sair com o ego tão inflado que nem vai precisar pegar avião pra voltar pra casa.

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Salvador parte 2

Agosto 8, 2008 at 2:31 pm (Bahia, Bares, Gringos, Idéias, Locais, Pessoas)

Ahhhh minha rainha… não é que a baaahhhiiiaa é um lugar éxtraordinário.

Não tinhamos feito passeios pelas praias da bahia, nem frequentado boas festas, mas como somos insistentes e ficamos 2 semanas em salvador deu pra conhecer alguns bons locais pra se frequentar.

Fomos no Bar Bohemia, lá até as 21h voce toma uma bohemia por $5 e ganha outra no vaxco, tem banda e depois de certo horário eles colocam um DJ, bem frequentado… rico é bonito em qqr lugar do mundo, até na Bahia, até parecia uma balada pop de sampa.

Em salvador o que mais tem é gringo, jogando bola o Renato conheceu uns ingleses, nosso ingles não dá pro gasto, mas conseguimos uma boa comunicação com esse pessoal, passamos a noite toda conversando e pulando nas festas, o gringo pedia tradução de umas cantadas pra passar nas brasileiras que não entendiam inglês.

Lá no bar fizemos tanta bagunça zoando com os ingleses que acabamos conhecendo mais gente, um paulista naturalizado carioca, uma gaucha naturalizada bahiana e varias outras pessoas.

No dia seguinte tentamos encontrar um bar que tocava rock, na verdade não é um bar, é uma borracharia, até certa hora eles trocam pneu, depois disso fecha entra a banda e a noite vai embora…. o bar até existe, mas estava fechado, disseram que a festa boa seria na quinta feira.

Ficamos jogando poker até de madrugada enquanto bebiamos, já estamos com quase $21 em moedas de 0,10.

Na quinta partimos com sentido certo, iriammos na borracharia, chegando lá o bar estava realmente aberto, mas totalmente vazio exceto pelo dono e o garson que estavam lá e, novo fiasco com a tentativa de entrar na Madre, baladiha pop (black, axé, eletronico, funk e derivados), chegamos na porta e fomos informado que morre $100 pra entrar… nem preciso falar, somos dá área financeira e não nos permitimos jogar dinheiro fora assim tão fácil.

passamos no mercado compramos umas cervejas hollandesas ($2,8 a lata de 500ml) e passamos mais uma noite jogando poker.

Tivemos uma conversa com a Nena que nos deu umas dicas pra montar um albergue e disse que na segunda um cara do HI estaria lá e que seria muito bom conversarmos com ele.

Nos últimos dias de salvador, tirando a existência do Garetti, foi tudo bem, até os pedintes desapareceram… a produção tá trabalhando bem.

Na sexta de manhã ou quase saimos pro morro de São Paulo.

Tentei o dia todo dar parabéns pro meu pai, mas o celular dele não funcionava e como ele estava trabalhando sei lá onde, ninguém conseguiu falar com ele.

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Devolução

Agosto 6, 2008 at 1:43 pm (Bahia, Locais, Pessoas, Problemas)

Segunda-feira estou indo pra Sampa preencher os formulários de devolução do Garetti.

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Salvador

Agosto 4, 2008 at 3:16 pm (Bahia, Locais, Pessoas, Problemas)

Voce já foi na Bahia nego? não? então não venha!

A cidade é suja.

O mar aqui tem onda quase todos os dias, menos qdo eu posso surfar.

Salvador é constituido por 90% de pedintes e 10% de pessoas que eu nunca vi.

Turista em Salvador não é bem vindo.

Não pegue fitinha na rua, esses bahianos falam que é de graça, depois infernizam sua vida, dá vontade de matar, quase sai na mão com um deles..

O Mercado Modelo tem 200 lojas que vendem a mesma coisa, inclusive é a mesma coisa que vende na esquina de qqr rua.

Todo Bahiano anda correndo de carro, não respeitam os pedestres.

Um mito que verificamos é que bahiano trabalha igual paulista, mesmo neste calor insuportável.

Não existe restaurante com comida tipica Bahiana na Bahia, só tem comida Mineira, Churrascaria, Japonesa, Chinesa, Tailandesa, Pastel, Pizzaria, Habibs e MC Donolds. Tem o Trapiche mas eles fecham pra almoçar e jantar.

EU NÃO VOLTO NESSA MERDA DE CIDADE NUNCA MAIS!

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Zica Brava parte 2

Julho 30, 2008 at 8:21 pm (Bahia, Locais, Pessoas, Problemas)

kkkkkkkk!!!!

e eu achando que já estava zicado antes.

Fomos na cachoeira lá em Itacaré, muito bom, muito divertido, ficamos a maior parte do tempo na água, eu e o Renato, porque o Garetti tem medo de água e não sabe nadar, na verdade ele sabe, mas tem medo (cuzão)

Fui dormir com a garganta arranhando, pensei que ia ficar sem voz como sempre, mas tossi a noite toda de acordo com o Garetti.

O cuzão do Garetti acordou me zoando: [voz de criança bicha]

tá dodoizinho o bebe!

quer colinho?

ooo nenem quer ser empalado pra ver se melhora dessa tossinha….?

e assim foi o nível cada vez mais baixo, o Renato achou que o Gaya estivesse zoando ele, porque o Renato tbm estava ruim. Fomos fazer uma trilha, eu não sabia mas tbm estava com febre. A trilha não deu em nada o Garetti nos levou até uma trilha sem saída, eu dei graças a Deus, estava podre a esta altura.

Voltamos pro Hostel e eu fui tomar banho e deitei pra descançar um pouco, os dois bichas colocaram as coisas no carro e saímos.

Paramos em Ilhéus pra tentar tirar passaporte, o Guarda disse que leva 5 dias e que se o cara do passaporte fosse com a nossa cara iria sair na hora (ir com a nossa cara é piada, nem eu vou), saímos de lá direto pra Salvador, o Garetti estava dirigindo (mas isso merece outro post). Enquanto voltavamos de Sergipe porque o Garetti errou um pouquinho o caminho, tivemos uma roda estourada e um barulho do inferno na frente do carro. O importante é que chegamos.

Entramos no hostel, eu fui deitar direto e acordamos cedo. Estou pior do que estava em Itacaré.

Ao vir almoçar olhei pro mar e vi as ondas perfeitas pro surf, crowd gigante na Praia da Barra, mas como eu mal consigo me mover tive que deixar pra lá, tenho certeza que assim que melhorar o mar vai ficar flat.

Viemos pra lan house, o dono da lan house veio me oferecer turismo sexual, falou que tinha um bofe que ia me adorar (vai tomar no cú seu filho da puta!!!!).

Estava negociando desde sampa um óculos com um cara daqui de salvador, era um óculos de uns $700 e o cara me fazia por $240 pq ele trouxe de fora.

Cheguei hoje aqui nessa Lan e peguei o tel dele, liguei e ele me falou que já tinha fechado negócio com um cara de sampa… falei que era eu, ele disse que não era não, pq ele tinha enviado o óculos ONTEM pra são paulo.

conclusão, não consigo pensar pq to só o pó!

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Itacaré parte 2

Julho 29, 2008 at 10:36 am (Bahia, Locais, Pessoas)

Itacaré é igualzinho Ubatuba, aqui chove todos os dias, as praias tem areia, rio, mato e mar, tem onda, apesar que todos os dias o mar estava ruim.

Não consegui pegar onda mais uma vez, espero que o mar fique bom em algum lugar.

Já estamos de saída, rumo à Salvador.

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