Aracaju 5

Agosto 31, 2008 at 5:25 pm (Bares, Idéias, Locais, Pessoas, Problemas, Sergipe)

Zica do Renato

Domingo em Aracaju, acordamos cedo e fomos jogar bola, não tão cedo assim mas o Renato ligou pro Luis e ele disse pra gente ir pro Campo (eu fui pra assistir o jogo, já que haviam esquecido de me convidar), chegando lá encontramos o Luis com uma cara triste, conversamos com ele e ele disse que o jogo havia sido cancelado (a justiça de Deus é implacável, chupa porco)

Como não tinha jogo voltamos pro Hotel e ficamos jogando poker,  chegou uma hora que deu fome, aí decidimos ir nos restaurantes da orla pra comer ostra gigante e outras coisas gostosas, mas estranhamente havia muita gente na rua, no caminho do restaurante percebemos que havia uma passeata, com muita gente, continuamos de carro seguindo o movimento até deparar com a bandeira do movimento gay, primeira a direita, primeira a direita e volta pro hotel. Paramos para comer num boteco longe dessa raça..

Depois do almoço ficamos enrolando e jogando poker, pra variar o renato jogou como nunca e perdeu como sempre, mais a noite fomos numa balada, mas estava vazia, voltamos pro hotel e acabou aracaju, na segunda de manhã vamos pra Maceió.

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Aracaju 4

Agosto 30, 2008 at 11:01 pm (Bares, Locais, Pessoas, Sergipe)

Fomos pra um bar com o pessoal ali na orla mesmo e ficamos por lá, bebemos mais um pouco, no bar estava o Marcelo (paulista que foi morar em aracaju) e um viadaço, bichona mesmo, que eu até achei que era namorada do Marcelo, mas o Marcelo fez questão de falar que era amigo só do maluca.

Voltamos pro hotel e o Marcelo nos acompanhou e ficou esperando eu e o Renato tomarmos banho, mais ou menos 1h depois saimos e fomos em direção de um outro buteco na periferia de aracaju, onde esse pessoal se encontrava após os jogos pra comer carne de bode e falar merda.

Chegamos num buteco tradicional, breja barata, amendoim e um monte de cachaceiro.

Nós eramos a atração do local, conversamos por horas com o pessoal. O Renato tem problema com jogo, ele não consegue se controlar quando vê alguém jogando, dessa vez foi o Palitinho, valendo tomar uma dose de pinga se perder, o Renato tomou uma, o Jorge 2 e o Marcelo o resto do bar, o Jorge é um maloqueiro de mão cheia, gente boa pra caralho, robava tanto que dava até dó do Marcelo, que foi a vitima escolhida do Jorge, o Renato representou Sampa ganhando varios jogos.

No final saimos Luis que é o cara mais correto do mundo (já ouviu alguém dizer que só não tem mais coisa na vida porque é viciado em cachaça? ele disse isso sobrio), Jorge, Marcelo pra lá de bebado, Garetti, Renato, uma amiga do Marcelo e eu)

Todos no Carro fomos para um forró de periferia, era num buraco, lugar sinistro, mas muito louco, as pessoas não eram bonitas, nem muito bem vestidas, mas era um local muito bom pra quem gosta de dançar um forró e foi o que fiz a noite toda… representando fortemente os paulistas. o Renato e o Garetti….. ahhh é esqueci de dizer que o Garetti tava quase sem o dedo, numa dividida com o renato no jogo do post anterior ele luxou o dedo…. voltando eles não quiseram dançar, o Renato porque ele ficou com medo das mulheres que nós escolhemos pra ensina-lo a dançar, só princesa, as mais novas estavam entre 45 e 60 e as mais leves acima de 80kg… não que eu tenha escolhido dançar com umas muito diferentes disso.

Saímos da Ceresta e fomos pra uma outra balada igualzinho e eu continuei representando sampa até o final da balada…

O Marcelo tava muito bebado e pra baixo, saiu deu uma voltinha e voltou eletrico (não foi o ar que fez bem pra ele, mas com certeza foi algo que ele respirou), mas ele e a nega dele não quiseram nos acompanhar no resto dos roles depois do primeiro forró.

Na volta fomos deixar o Luis em casa e ele convidou o Renato pra jogar no time de campo dele (estranho…. mas ele convidou o Garetti com o dedo quase quebrado, convidou o Renato, mas eu ele esqueceu de convidar… vai entender né…?). Fomos deixar o Jorge em casa e ele me convidou pra irmos fumar um enquanto os caras jogavam (enquanto uns tem cara de esportista outros tem cara de drogado), eu até aceitei, mas não fui.

Voltamos pro hotel e boa noite!

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Aracaju 3

Agosto 30, 2008 at 6:00 pm (Bares, Locais, Pessoas)

Mutchu massa esse sádabo de extilo (a frase original era “mutchu massa esse caminhar de extilo.. isso não é a idade não, isso é cachaça!!”)

Começamos o sábadão na praia, fomos conhecer a tão famosa orla de aracaju onde o mar fica uns 500m do asfalto, é realmente muito bom, dá pra fazer de tudo na praia, pois tem muito espaço.

A praia estava suja, provavelmente a prefeitura não dá muita atenção ao turismo, que por acaso não existe em aracaju, lá foi até agora o único lugar que não encontramos nem paulistas nem gringos, apesar de ser um lugar muito massa.

Saimos da praia e sentamos numa mesa pra beber umas cervejas e comemos 3 porções de manjuba, que além de acompanhar perfeitamente a cerveja, ainda era a coisa mais barata do quiosque.

algum tempo depois avistamos um pessoal chegando com umas traves pra jogar futebol, eu e o Garetti nem ligamos pro fato, já o Renato ficou com formiga no rabo, não parava quieto, queria jogar mesmo, como estavamos todos juntos, também fui jogar e eu jogando bola sem receber dinheiro é algo quase impossível, meu futebol é só pra apresentação nacional, no passado as pessoas achavam que eu havia ensinado o Pelé a jogar bola, mas modestia parte ele é só um bom amigo (na vida toda fiz uns 5 gols e tirei umas 8 bolas da área, sou um péssimo jogador, odeio futebol, só assisto aos jogos da seleção e nem sei porque faço isso).

O Renato já angustiado indo à loucura levantou e foi perguntar se havia vaga pra todos nós e pro meu tormento, haviam vagas.

Eu e a minha caipirinha fomos ao jogo e não é que foi divertido jogar na areia, do meu lado não passou nem 1 bola, eu e o Garetti jogamos na zaga, eu fui melhor que o Garetti afinal na minha lateral nem vento passava, as pessoas que estavam próximas a mim reclamavam do calor e da falta de vento, mas eu estava concentrado para o jogo, eu só jogo pra perder, quando era criança sentia necessidade de ganhar, atualmente sinto necessidade de dar risada e só, mas como eu jogo muito não consegui evitar o fato de ser superior.

Do outro lado do campo e no meu time estava o “Gordinho”, apelido carinhoso que o Renato ganhou no campo, frases que ouvi:

-esse cara do nosso time tá esfomeando, se ele tocasse pro gordinho era gol

-o gordinho joga muito, a bola caiu no pé dele vai pro gol, o cara entende do que tá fazendo

-se ele tivesse uns 80kg a menos dava até pra jogar na seleção (provavelmente a seleção de futebol amador de praia)

-seu viu o golasso do gordinho

-ele tem cara de besta, corpo de barril, anda igual uma anta, mas joga pra caraiu.

e assim foram os mais diversos tipos de elogios, eu fiz questão de contar todos ao Renato, que quase explodiu de tanta felicidade por ter sido elogiado.

Fim da partida, nosso time (Eu, o Renato, dois bêbados, um anão e um cego), ganhou do time do Garetti (Garetti e a seleção dos melhores jogadores de Aracaju, alguns profissionais até) 4×2, com 26 gols do Renato.. o jogo durou quase 72h e eu corri mais que o Kaka, Cafu e Roberto Carlos juntos (enteder por juntos, um em cima do outro).

Depois da partida ficamos conversando com os jogadores e fomos convidados para fazer um role com eles, mas eu vou continuar isso em outro post porque este já virou um livro.

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Aracaju 2

Agosto 29, 2008 at 6:02 pm (Bares, Pessoas, Sergipe)

Acordamos e fomos tomar café, voltamos pro quarto e ficamos enrolando jogando poker pois já era quase meio dia, quando olhamos novamente no relógio já era 16h, pegamos as coisas e fomos pra praia.

Paramos num bar e ficamos por lá comendo e bebendo, comemos bem, bem de verdade, ostras gigantes e deliciosas, lambreta (concha), macacheira e tudo que a gente tinha direito, bebemos muito e no final gastamos pouco.

Voltamos pro hotel e fomos tomar banho pra ir pro role, saimos e fomos pra uma boate chamada coliseo, é um balada de sertanojo (eu não tenho sorte), tava cheio de gente bonita lá dentro, uma variação de etnia bem grande, parecia até balada de São Paulo, normalmente nesses locais (uma cidade com 500mil habitantes) as pessoas deveriam ser muito parecidas, afinal não houve imigração para cá pra ter toda essa diversidade de povos, mas aqui tem, tem japa, arabe, loiras, morenas, tem de tudo.

Ficamos na balada até umas 3h da matina, não deu pra esperar mais, os caras começaram a me atacar.

Fui comprar uma cachaça no bar e fui abordado por um cara:

Fulano - Oi, eu te conheço (com mó cara de baitola)

Eu – Vc não me conhece

Fulano – claro que eu conheço

Eu – Vc não me conhece

Enquanto isso  o Renato puxou o Garetti e os dois ficaram se mijando de rir da minha situação.

Fulano – Vc não estudou…

Eu – mano eu sou de sampa, nunca te vi na minha vida.

Fulano – Caraca, então eu não te conheço mesmo, pow desculpa… como vc chama

Eu – Vaza!

Continuamos na balada longe do bar (vai saber se é o local)

Derrepente um casal começa a dar mó amasso e eu participando, eles se pegando e totalmente encostados em mim, tipo deitados na minhas costas.. porra eu não curto essas festinhas à 3… olhei pra tras pois pensei que não havia espaço para os pombinhos, mas não só havia como tinha até um sofá vago na frente… utilizando de técnicas violentas afastei-os de mim.

Mas sabe como é, eu sou para-raio, dois caras pararam do meu lado, pareciam muito amigos (nessa hora não havia espaço) toda hora um puxava o outro e consequentemente encostava em mim, pra conversar.

Aí começou a tocar um samba, um dos caras começou a rebolar enlouquecidamente e veio esfregando aquele cú sujo em mim… eu puto com a situação, enquanto olhava a bichisse explicita acontecendo, o amigo do descolado viu minha cara de pqp seu viado e começou a rir da palhaçada que o amigo tava fazendo, na verdade ele soltou a franga por alguns segundos, o problema é que foi bem na minha frente, talvez se fosse em outro lugar ele conseguisse ser engraçado, mas ali pra mim ele era só um viado.

Dei mó grito pros outros dois: “VAMOS EMBORA PQ SÓ TEM VIADO NESSA PORRA!!”

saimos, paramos pra comer um dog e voltamos pro hotel.

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Aracaju 1

Agosto 28, 2008 at 5:13 pm (Bares, Pessoas, Sergipe)

Primeiro dia em Aracaju, chegamos na penumbra da tarde (hj eu to inspirado!!), paramos na primeira lan house pra procurar um hostel para ficarmos, mas depois de um tempo desistimos, simplismente não há hostel em Aracaju, mas encontramos um hotel com um bom custo e ficamos por lá. Estamos pagando $80 os 3.

Paramos para comer num restaurante ao lado da Lan House, comida boa e barata, $9,00.

Fomos ao hotel e perguntamos para onde o pessoal da cidade ia na quinta feira, nos recomendaram ir até a orla e ficar em algum bar e assim fizemos, eu estava num estado lamentável de sono, fazia tempo que não sentia tanto sono, ficamos até umas 23h e voltamos pro hotel, jogamos um pouco de poker e fomos dormir, ar condicionado no talo pq aqui é quente pra diabo.

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Salvador parte 2

Agosto 8, 2008 at 2:31 pm (Bahia, Bares, Gringos, Idéias, Locais, Pessoas)

Ahhhh minha rainha… não é que a baaahhhiiiaa é um lugar éxtraordinário.

Não tinhamos feito passeios pelas praias da bahia, nem frequentado boas festas, mas como somos insistentes e ficamos 2 semanas em salvador deu pra conhecer alguns bons locais pra se frequentar.

Fomos no Bar Bohemia, lá até as 21h voce toma uma bohemia por $5 e ganha outra no vaxco, tem banda e depois de certo horário eles colocam um DJ, bem frequentado… rico é bonito em qqr lugar do mundo, até na Bahia, até parecia uma balada pop de sampa.

Em salvador o que mais tem é gringo, jogando bola o Renato conheceu uns ingleses, nosso ingles não dá pro gasto, mas conseguimos uma boa comunicação com esse pessoal, passamos a noite toda conversando e pulando nas festas, o gringo pedia tradução de umas cantadas pra passar nas brasileiras que não entendiam inglês.

Lá no bar fizemos tanta bagunça zoando com os ingleses que acabamos conhecendo mais gente, um paulista naturalizado carioca, uma gaucha naturalizada bahiana e varias outras pessoas.

No dia seguinte tentamos encontrar um bar que tocava rock, na verdade não é um bar, é uma borracharia, até certa hora eles trocam pneu, depois disso fecha entra a banda e a noite vai embora…. o bar até existe, mas estava fechado, disseram que a festa boa seria na quinta feira.

Ficamos jogando poker até de madrugada enquanto bebiamos, já estamos com quase $21 em moedas de 0,10.

Na quinta partimos com sentido certo, iriammos na borracharia, chegando lá o bar estava realmente aberto, mas totalmente vazio exceto pelo dono e o garson que estavam lá e, novo fiasco com a tentativa de entrar na Madre, baladiha pop (black, axé, eletronico, funk e derivados), chegamos na porta e fomos informado que morre $100 pra entrar… nem preciso falar, somos dá área financeira e não nos permitimos jogar dinheiro fora assim tão fácil.

passamos no mercado compramos umas cervejas hollandesas ($2,8 a lata de 500ml) e passamos mais uma noite jogando poker.

Tivemos uma conversa com a Nena que nos deu umas dicas pra montar um albergue e disse que na segunda um cara do HI estaria lá e que seria muito bom conversarmos com ele.

Nos últimos dias de salvador, tirando a existência do Garetti, foi tudo bem, até os pedintes desapareceram… a produção tá trabalhando bem.

Na sexta de manhã ou quase saimos pro morro de São Paulo.

Tentei o dia todo dar parabéns pro meu pai, mas o celular dele não funcionava e como ele estava trabalhando sei lá onde, ninguém conseguiu falar com ele.

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Garetti parte 1

Agosto 5, 2008 at 11:25 pm (Bahia, Bares, Cultura, Idéias, Pessoas, Problemas)

O Garetti quer ser eu!

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E eu achando que era Zicado

Julho 31, 2008 at 9:39 am (Bahia, Bares, Pessoas)

Hoje acordei melhor da pqp que me deixou zuado, eu não fui no médico, me auto mediquei e melhorei, então vão a merda.

o importante é que na hora do café da manhã conhecemos o Alex que é Paulista e Mora no RJ, ficamosum tempão conversando, ele é super gente boa, falou da bahia, o que é legal pra conhecer e etc.

Aí contamos pra ele do episódio das zicas na Bahia, ele deu risada e contou a história dele aqui em salvador.

Ele chegou aqui na semana passada, na quinta feira chegou um mexicano e ficou no quarto dele, pois estamos num albergue (hostel), eles conversaram bastante afinal estavam os dois sozinhos, o que é bem normal em albergue, afinal não tem como não conhecer mó galera ficando em lugares assim.

Mexicano – eu tinha 4 desejos

Alex – Pô, que legal… quais são

Mexicano – Conseguir uma passagem pro Brasil

Alex – Que legal, essa to vendo que vc conseguiu fácil

Mexicano – é verdade, a outra era conhecer o RJ e já fui pra lá

Alex – …

Mecicano – Vir pra Salvador.

e parou de falar, aí o alex curioso, foi querer perguntar do 4o desejo.

Alex – e o 4o desejo?

Mexicano – sair com um pretinho

Alex – …

Mexicano – O_O

Mas eu já falei… o alex é gente boa mesmo.

Alex – se quiser eu pergunto na recepção onde rola as festas GLS.

Mexicano – UAU!!

Aí o alex perguntou a casa chamava off e o mexicano foi pra festa e ficou por lá, no dia seguinte, chegou um carioca no quarto do alex, os dois da mesma terra se entendem bem.

Carioca – Mané! tu tá ligado que rola uma fexta massa aqui em salvador, acho que a casa chama off

Alex – Tu tá ligado que nessa casa só tem Gay, tem um mexicano que tá indo pra lá.

Carioca – Show!

Alex foi pro Bar e os mocinhos foram pra OFF, no dia seguinte o alex não aguentando mais de curiosidade perguntou pro Mexicano se ele tinha conseguido o tal do 4o desejo. O mexicano riu e falou, um pretinho não, mas consegui um branquinho….

obs… será que foi o carioca?

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CARAIVA

Julho 25, 2008 at 11:56 pm (Bahia, Bares, Estrada, Pessoas, Uncategorized)

Essa história de Caraiva é mais longa do que apenas um passeio.

Lá em Itaunas depois de não conseguir dançar por toda a noite, fomos assistir o nascer do sol nas Dunas.

O sol nasceu como sempre, fomos andar e ver sa ruinas de Itaunas, rola uma história que as dunas cobriram a cidade antiga e por causa disso a cidade que hoje existe foi construida.

Após andar igual uns estupidos, desistimos de caçar as dunas, no caminho da volta encontramos uma mulher linda e simpatica que nos falou que não só existia a tal cidade, como nós andamos por sobre ela. A cidade está completamente enterrada na areia.

A mulher estava muito rouca e eu perguntei se ela era cantora, pois a voz dela era de uma suavidade tamanha que eu indiquei que ela não estragasse a voz cantando. Todo mundo dando risada comentamos sobre o fato das mulheres de Itaunas em pleno festival de forró, não gostarem de dançar forró. BIZARRO!!!!!!!!!!!

Ela protestou, falou que eu era o problema.

Retruquei, tá tirando?? aqui não tem dessa não!!

Ela falou que se eu tivesse à noite na cidade ela iria me procurar na balada pra dançarmos.

Conversa vai conversa vem ela falou que existia um lugar lindo na Bahia, chamado Caraiva, que era obrigação nossa visita-lo.

Marcamos o nome e saimos da cidade, eu acabei não ficando pra balada e já estou quase desistindo dessa merda de forró!

Hoje fomos lá pra Caraiva a cidade prometida.

Agua salgada de um lado, areia no meio e mato do outro lado, tipo igual praia mesmo, não tinha onda!

TO FALANDO PRAIA É TUDO IGUAL! SÓ O QUE MUDA É O PREÇO DA CERVEJA! R$4,00 fomos atendidos pela irmã gemea da Fabi ex-tempo.

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Dia em Trancoso

Julho 24, 2008 at 11:32 pm (Bahia, Bares, Estrada, Locais, Pessoas, Uncategorized)

Bebemos quase 1 caixa de breja no quiosque do jonas. a porção de aipim (mandioca) é a melhor que já comi na vida, não é muito grande, custa $10.

A breja é um absurdo, $4,4, conhecemos um garson que queria beber, ficou lá bebendo conosco e descolou varias cervas de graça.

Apareceu um figuraça que vendia ostra, eu não queria, o Garetti não queria, o Renato estava fazendo exercicios, mas o cara era tão gente boa que acabamos comprando, ele falou só tranqueirada, demos risadas por horas.

Andamos um pouco na praia, agua salgada de um lado, areia no meio e mato do outro lado, bem igual as praias são mesmo.

A idéia era ir pra uma balada que rola na ilha dos aquarios, mas já não estamos com saco de acompanhar a criançada, desistimos e fomos dormir, pra acordar cedo e ir pra Caraiva que é mais longe.

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